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RESENHA: The End of the F***ing World

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Oi, gente! Tudo bem com vocês? 

No meio do mês assisti à série do momento "The End of The F***ing World", da Netflix, e vim resenhá-la para vocês! 

A série britânica é bem curtinha, a primeira (e por enquanto única) temporada possui 8 episódios de aproximadamente 20 minutos cada (quase um filme! rs); ela é baseada em uma HQ e do gênero humor negro. TEOTFW narra a fuga de James (Alex Lawther) e Alyssa (Jessica Barden), ambos com 17 anos - o primeiro tem o objetivo secreto de matar uma pessoa, pois se considera um psicopata e a garota quer sair de casa e reencontrar o pai. 

Ao longo da jornada dos jovens, incidentes acontecem - quase como que um efeito dominó - e as coisas se complicam quando uma morte passa a fazer parte da fuga da dupla. A partir daí, os acontecimentos vão se agravando e já direcionam os personagens para o desfecho da série. 

The End of the F***ing World te faz rir, te espanta e traz um pouco de angústia. Eu particularmente não gostei do final - então não vá muito preparado para finais felizes. A paleta de tons da fotografia da série é linda e a fotografia num geral, também.  A trilha sonora é sensacional, embalando toda a série. Recomendo, já que ela é bem breve (dá para ver em uma noite) e traz personagens bem singulares, saindo do óbvio.

E aí, você já assistiu? O que achou? Conta aqui nos comentários! 

Resenha: Making a Murderer - Netflix

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Oi, gente! Tudo bem com vocês?

No final do carnaval, resolvi assistir à tão falada série Making a Murderer, produzida pelo Netflix. São 10 episódios, com uma média de uma hora cada.

Antes de tudo, queria ressaltar que eu não gosto de ler nada sobre a série antes de começar a assisti-la e então mergulhar de cabeça. Então eu não sabia destas duas coisas:
A série é, na verdade, uma série documental. (Isso significa: realidade)
Não sabia a super repercussão e revolta que ela estava causando 

Mas vamos à história:

A série documental retrata a história de Steven Every, um homem de 41 anos que acaba de ser inocentado de uma acusação de agressão sexual. O problema é que ele ficou 18 anos preso, de graça.
O primeiro episódio mostra como o julgamento de Steve foi parcial e nada justo, com a simples exclusão de outros possíveis suspeitos.

Aos 43 anos, enquanto movia uma ação contra o condado de Wisconsin pelo seu julgamento errôneo, Every é novamente acusado, agora de assassinato. A fotógrafa Teresa Halbach, que havia passado pela sua propriedade, estava desaparecida há alguns dias. A polícia faz, então, uma busca de oito dias na propriedade dos Avery, e encontra várias provas que incriminam Steve. 

Assim, Steve é preso novamente enquanto aguarda seu julgamento. Alguns meses se passam e uma bomba estoura na mídia: seu sobrinho de apenas 16 anos, Brendan Dassey, confessa sua participação no crime e dá detalhes: estupro, cárcere privado, mutilação, homicídio e incineração do corpo de Teresa.

E aí você pensa "nossa, ele é realmente culpado!", até... assistir ao depoimento de Brendan. Percebe-se que ele foi induzido a dar aquelas respostas, apenas confirmando, e não verbalizando totalmente as informações do crime. Além do jovem perceptivelmente ter uma capacidade cognitiva abaixo da média.

Com todas essas informações, dá-se continuidade nos julgamentos do tio e seu sobrinho.

[MOMENTO SPOILER DO POST, SE NÃO QUER SABER, PULE A PARTE EM ITÁLICO]

A todo momento inconsistências são percebidas nas provas da acusação: ausência do sangue de Teresa no quarto de Steve; a chave do carro de Teresa que foi encontrada só após 4 dias de busca e sem nenhum DNA da vítima; o sangue da vítima no porta-malas do carro, sendo que, segundo a acusação, ele a matou em sua propriedade e a queimou ali; exames de laboratórios inexatos; novamente, como quando Every tinha 23 anos, a exclusão de outros possíveis suspeitos. São tantos itens para citar aqui, que o post ficaria imenso. 

Na minha - e exclusivamente minha - opinião, o colega de quarto de Teresa está muito mais próximo de ter cometido o crime do que Steve. E a prisão perpétua para ambos os acusados é injusta, além de errônea.

Achei na internet uma teoria criada por fãs sobre o que realmente aconteceu, vocês podem lê-la aqui.
 

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QUAIS MINHAS PERCEPÇÕES SOBRE A SÉRIE?
 
Em primeiro lugar, a série é muito envolvente e te prende
de uma maneira incrível, ainda mais por ser documental. Comecei a assistir e não conseguia parar, até porque estava ansiosa para descobrir o destino de Steve e Brendan.

O que eu pensei nas mais de 10 horas de série foi: como uma pessoa perdeu mais da metade de sua vida por um sistema judicial altamente questionável e corrupto. As imagens do Steve de 23 anos, segurando um de seus filhos gêmeos recém-nascido, e do mesmo aos 41, voltando para casa, só retratam como muita coisa foi tirada de um homem inocente. 

O sistema penitenciário dos Estados Unidos é muito mais rigoroso que o brasileiro: penas mais duras, sem possibilidade de "saidinha" em feriados. Devido a isso, acredito que os julgamentos deveriam ser feitos da forma mais humana e justa possível - durante todo documentário são exibidas inúmeras falhas, tão inúmeras, que anulariam qualquer julgamento aqui no Brasil - até porque, quando você entra numa cadeia norte-americana, é incrivelmente difícil conseguir sair. 

É claro que o Brasil e os EUA possuem constituições diferentes, então nossas percepções serão também diferentes: porém um inocente aqui, também é um inocente lá.

Outra coisa que notei foi o imenso preconceito com as pessoas que não se encaixam em uma comunidade, em um status: só por você ser diferente da maioria, você já é dez vezes mais culpado que os outros.

Por fim, o que mais ficou marcado foi minha revolta e indignação - creio que em todos que assistiram a série, também. É claro que uma produção possui um ponto de vista e métodos para evidenciá-lo, mas creio ser impossível um documentário ser tão bem arquitetado ao ponto de transmitir exatamente o contrário da realidade.

Bem, foi isso! E quem assistiu, o que achou? Lembrando que todas as opiniões desse post são exclusivamente minhas, a minha percepção sobre a série. 

Espero que vocês tenham gostado da resenha!

Um beijo! 

Jessica Jones - A série destruidora da Marvel/Netflix!


  
Eu não sou a pessoa mais apta para falar de séries com vocês, pois me apego a algumas e depois acho que as outras não chegarão aos pés das minhas preferidas. Mas resolvi dar uma chance para a nova série da Netflix, Jessica Jones - baseada na HQ da Marvel -  e uau!, a série é muito incrível - assisti em um fim de semana!
Como não domino o assunto "Séries" com maestria, chamei meu amigo Rubens Castro que também assistiu a série (e felizmente não me deu spoilers <3) para comentar junto comigo sobre a série em questão.



E eu CLARO, não poderia deixar de ajudar a Nadine nessa missão a nível Marvel. Também sou apaixonado pela série e sim, terminei em três dias (NÃO SEI BRINCAR MESMO). Só para constar, não dei spoiler para a Nadi, MAS se você é do tipo de pessoa que não gosta de spoilers, assista antes de ler aqui, porque a previsão para este post é de muitos spoilers. Enjoy it!


SOBRE A SÉRIE
Para começar, Jessica Jones é a primeira série da Netflix, baseada em um HQ da Marvel, que tem uma mulher como protagonista (interpretada por Krysten Ritter) e ela super arrasa! Depois de um acidente que matou seus pais e seu irmão mais novo, Jones adquire uma força sobrenatural e torna-se, bem, uma quase-heroína.



Fonte. Krysten Ritter interpreta Jessica


  

Isso mesmo, quase-heroína, porque apesar de ter seus poderes, Jess decidiu seguir um caminho um pouco diferente dos heróis convencionais. Jessica mora em NY e trabalha para sua própria agência de investigação, a Alias Investigations. As investigações dela são bem para o lado particular: ela é sempre contratada para descobrir os podres das pessoas. E é assim que ela conhece Luke Cage, que no começo achamos que é mais uma pessoa normal, porém: Luke tem a pele inquebrável, impenetrável, como um diamante.

O vilão da série, como muitos já sabiam, é Killgrave - um controlador de mentes que assombrou o passado de Jessica e que estava dito como morto. Logo no início da série a identidade dele ainda não era revelada, porém ele começa a se infiltrar nos casos de investigação de Jones e então fica claro que Killgrave não está morto e sim controlando muitas mentes por aí e ainda mais: deixando rastros de destruição por onde passa.
Muitos fãs esperavam um vilão parecido com o dos quadrinhos em aparência, quesito púrpura, pois Zebadaiah Killgrave tem a cor de pele alterada, devido ao acidente químico que o deixou com os poderes e a cor. Já na série isso dá uma mudada: Killgrave é apenas um nome que ele adotou como vilão. Na Jessica Jones do Netflix, o nome verdadeiro do vilão é Kevin Tompson e apesar de não ter a cor púrpura, ela sempre está presente nas cenas do vilão, seja em seus trajes, ou nos jogos de luz ao redor do personagem.

Fonte. David Tennant é Killgrave

Quando Killgrave volta de vez para a vida de Jessica, ela precisa deixar de lado toda vida pessoal - trabalho, relacionamentos, amizades - para conseguir eliminar permanentemente o vilão do mapa. Por mais que nossa heroína queira resolver tudo sozinha, sua melhor amiga, Trish, não quer abandoná-la na missão; assim também como seu vizinho, Malcom. E que missão complicada: segredos, vidas e relacionamentos não serão poupados.

O QUE NÓS ACHAMOS DA SÉRIE?
Eu particularmente adorei o jeito que a criadora da série, Melissa Rosenberg, manteve a fidelidade com as HQ’s da heroína. Falando em histórias em quadrinhos, já no primeiro episódio temos várias referências à HQ da Jess. Começamos com a primeira cena, em que ela arremessa um cara da porta. Em sua primeira cena, Luke aparece de camisa amarela - como na HQ. Para os fãs, toda essa fidelidade e famosos easter-eggs, já deixam a série mais sensacional do que ela realmente é.
Quando comecei a série, gostava mais do terror em que Killgrave causava na Jess, antes dele aparecer. Apesar do personagem ser bem psicopata, ele assustava mais quando era uma incógnita. Imaginem vocês enfrentar alguém que é apenas um mestre de marionetes fantasma, MUITO MAIS ASSUSTADOR. E nós vimos muito bem isso no decorrer de Jessica Jones: a heroína passou poucas e boas na mão do homem púrpura. A interpretação do ator David Tennant não deixou a desejar. Ele cumpriu bem o papel. Vestiu mesmo a camisa do vilão e vamos confessar... quem resiste a um sotaque britânico? De todas as séries que assisti ele foi o vilão que mais gostei. Afinal assim como o Killgrave “I have a very particular palate”.
 
 
Eu achei a série muito surpreendente (ainda mais por nunca ter lido nenhuma HQ). Quando você acha que está tudo se ajeitando, PÁ: mais um banho de sangue. E quanto sangue! A singularidade tanto do vilão quanto da heroína também foi algo que me cativou: temos Jessica que foge de muitos padrões - estéticos e comportamentais - e Killgrave, que vai se abrindo a cada episódio para que o conheçamos melhor. Outra coisa que gostei foram os títulos dos episódios (amo títulos!!), principalmente o "Mil cortes": assistam e entenderão. Jessica é determinada, inteligente (além de forte) e consegue com muito custo resistir aos traumas do passado - tudo isso faz com que ela seja, sim, uma grande heroína.
Quem gosta de suspense, psicopatia ou reviravoltas (ou tudo isso junto) vai adorar Jessica Jones. Recomendo muito!

É isso aí, gente! Essa foi a nossa resenha e esperamos que vocês tenham gostado e assistam! Um super obrigada ao Rubens que me ajudou no post <3 Aqui estão as redes sociais dele: